BRASIL PRIVATIZADO, O

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Sinopse:


Quem não leu este livro não tem — e nem terá — a menor ideia do que se passou nos anos 1990. Foi quando o Brasil, ao torrar suas estatais, emprestar dinheiro para os compradores as adquirirem e aceitar moedas podres no pagamento, fechou alguns dos piores negócios de que se tem notícia. Mais: antes de privatizar as empresas de energia e telefonia, o governo do PSDB turbinou as tarifas em até 500 por cento, o que premiou o comprador e puniu o consumidor. Seu autor, Aloysio Biondi, um dos mais importantes jornalistas de economia que o país já teve, não recorre ao discurso político-ideológico para nos convencer. Usa uma ciência mais neutra, a matemática. Aqui, os números falam pelas palavras. É um trabalho profundo, meticuloso e — importante — didático. Biondi procurou e descobriu as muitas caixas-pretas das privatizações. E, para nosso espanto e horror, abriu uma a uma, escancarando o tamanho do esbulho que a nação sofreu.

 

Sobre autor:


Durante 44 anos, Aloysio Biondi, paulista de Caconde, onde nasceu em 1936, mas criado em São José do Rio Pardo, ajudou a iluminar a cena econômica brasileira. Tarefa que cumpriu na Folha de S. PauloJornal do Comércio (RJ), Diário Comércio Indústria (SP), revistas Veja VisãoCorreio da ManhãOpinião, entre outras publicações. Foi editor, secretário de redação e diretor‑executivo.

Sob a ditadura, peitou os ministros da área econômica. Protagonizou bate‑boca homérico com Delfim Netto, então na Fazenda. Tudo por causa do artigo que publicou na revista Visão, detectando rombo de 800 milhões de dólares na balança comercial em 1968. Na década de 1990, negou‑se a rezar pelo catecismo neoliberal que seduziu as redações. Era de extração e formação diversas em que, inversamente ao que hoje ocorre, um jornalista não pensava necessariamente como pensava o seu patrão. Era também, avis rara, um jornalista investigativo no campo econômico.

Em um de seus últimos artigos — faleceu em julho de 2000 —, Biondi acusou o mandato FHC de, em cinco anos, colocar de joelhos a economia nacional diante do capital estrangeiro, mas, principalmente, de “destruir a Alma Nacional, o sonho coletivo”.

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