Lucio Vaz faz uma radiografia impecável
dos subterrâneos do parlamento brasileiro,
com seus detalhes hilariantes ou sórdidos.
Leitura obrigatória para quem nunca entrou no
Congresso e para quem acha que o conhece
como a palma da mão. É necessário
que todos – sociedade, imprensa –
exerçam a mais estrita vigilância
sobre as autoridades, qualquer autoridade.
André Petry, editor
da revista Veja
Lucio Vaz é repórter de primeira
linha e companheiro leal. Ensina neste livro como
se faz reportagem no Brasil. Deve ser lido também
por profissionais experientes e por estudantes
de jornalismo. É uma obra indispensável.
Fernando Rodrigues, repórter
e colunista do jornal Folha de S. Paulo
Durante a CPI dos Anões, ouvi de um dos
investigados: “Se eu tivesse um jornal,
contrataria o Lucio Vaz para ser meu repórter”.
Ouvir isso de um criminoso me deu a impressão
de tentativa de queimar o repórter. Claro,
bandido vive a procura de cúmplices. Mas
logo me dei conta: aquele deputado sabia que jornal
só dá lucro quando tem credibilidade.
Isso é Lucio Vaz. Neste livro, é
como se a gente estivesse percorrendo os corredores
do Congresso junto com ele.
Jorge Bastos Moreno,
colunista do jornal O Globo
Os abjetos personagens deste livro de Lucio Vaz
foram todos eleitos pelo povo. Seria melhor então
fechar o Congresso e acabar com isso de uma vez?
A resposta é não. Afinal, existem
dois Congressos. Um deles fez uma Constituição,
lutou contra a ditadura, depôs um presidente
e ainda faz boas leis. Vale a pena apostar que
um dia será este Congresso – e não
o outro, criminoso e corrupto – que prevalecerá.
Luiz Fernando Emediato,
editor e Prêmio Esso de Jornalismo