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O discreto charme da burocracia
Especialista em Políticas Públicas e titular de cargos de várias naturezas no governo Lula lança livro que retrata o surreal, o cômico do cotidiano do governo em Brasília

Em um estilo sucinto e elegante, Afonso Oliveira de Almeida nos deleita e diverte com seu O Burocrata e o Presidente – Crônicas do Governo Lula, composto de 50 narrativas curtas e ágeis (42 com título), que lançam um olhar bem-humorado e sagaz sobre o Brasil, sobre suas instituições e sobre algumas bizarrices no funcionamento do governo federal.

Todo brasileiro se pergunta: o que se passa em Brasília? Pois com a experiência adquirida ao longo de sua atividade no governo Lula, o autor sabe melhor que ninguém a resposta para essa pergunta, visto que conhece as figuras, as histórias, os absurdos e as contradições da capital federal, as quais retrata fielmente nas suas crônicas, com um olhar às vezes afetuoso e às vezes crítico, mas sempre atento para o insólito e o cômico.

Gênero de difícil conceituação, a crônica pode configurar-se como uma mescla de prosa e poesia, ficção e jornalismo, ou como cada um desses subtipos. Pois o autor domina tal gênero com uma maestria que faz lembrar a de outros grandes cronistas, de Ricardo Ramos a Luís Fernando Veríssimo.


Nem os grandes vultos da história são poupados da sua irreverência, pois, segundo o autor, “o enigma finalmente decifrado dos grandes homens é que não são grandes homens”.

Dom Pedro bradou “Independência ou Morte” e até hoje ninguém respondeu.
De Gaulle contou que este não é um país sério, mas a gente levou na brincadeira.
Getúlio Vargas saiu da vida para entrar na história, mas a recepção foi fria.

Na crônica “Bala de Prata”, o autor nos encanta com uma descrição do Brasil que surpreende tanto pela beleza da prosa quanto pela agudeza da análise: 

Ao sul da linha do Equador, a oeste da África, curtido pelo sal abundante do Atlântico, a leste da América do Sul espanhola, eis o Brasil, paraíso selvagem infantil, gigante faminto adolescente, eterno passado velho presente, cada vez mais presente, com a cara lambida e a afoiteza dos penetras, aos grandes eventos do mundo.  

O livro ainda nos presenteia com passagens de notável sutileza, como Dilma Rousseff pedindo emprestada a faixa presidencial a Lula e prometendo devolvê-la logo, na crônica “Ritmo de Passagem”. 

Combate as falsas dicotomias:

Se a molecada se arriscar a dar um chutão nela, vira custeio. 

Onera a cerimônia:

Depois, assuntaram que o Lula substituía as gravatas vermelhas por uma preta e branca após as vitórias do Corinthians; e as gravatas alvinegras se acabaram junto com as vitórias do Corinthians. 

Envenena o clássico burocrata versus político:

É golpe baixo apelar para estoicismos de última hora e jogar na cara dos políticos que a democracia custa e que queremos discutir a relação apenas para efeito de reembolso. 

As crônicas deste livro conseguem extrair da matéria cotidiana os substratos mais elevados, capazes de levar à reflexão sobre temas profundos ou, em sentido diverso, resgatar os elementos singelos contidos nos temas ditos “sublimes”.

Afonso Oliveira de Almeida é um escritor talentoso e refinado, que demonstra uma técnica apurada, um conhecimento formal profundo dos recursos literários, e uma narrativa de leveza frequentemente poética. O burocrata e o presidente reúne a síntese de qualidades necessárias para consolidar um grande nome das letras brasileiras.

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