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Mensagens de amor e esperança de uma vida que termina para outra que se inicia... Uma história de amor e guerra em que, abafadas por explosões e tiros, ressoam vindas do outro lado do mundo as palavras carinhosas de um pai ao seu filho recém-nascido

Em 2005, o primeiro-sargento norte-americano Charles Monroe King começou a escrever o que viria a ser um diário de 200 páginas para o seu filho, caso não conseguisse voltar com vida da guerra no Iraque. E, de fato, Charles King, aos quarenta e oito anos, foi morto em 14 de outubro de 2006, quando um aparato explosivo improvisado detonou embaixo do seu veículo blindado, numa estrada isolada perto de Bagdá. Faltava só um mês para ele ser dispensado. Seu filho, Jordan, tinha sete meses de idade.

Um diário para Jordan é a carta de uma mãe para o seu filho — de uma honestidade incondicional — sobre o pai que ele perdeu antes mesmo de começar a falar. Constitui também os conselhos e preces de um pai para o filho que nunca conhecerá. 

Seja modesto em relação às suas realizações, trabalhe mais do que o colega ao seu lado, está tudo bem se os meninos choram. Algumas vezes, chorar pode liberar muita dor e estresse. Nunca tenha vergonha de chorar. Não tem nada a ver com a sua masculinidade.

Figura paternal para os soldados sob o seu comando, Charles escrevia para o filho aconselhando-o a respeito de tudo, desde como evitar decepções e lidar com adversários, até o modo de se comportar num encontro amoroso. Da sua tenda ele também escreveu sobre quando precisou recuperar o cadáver de um jovem soldado, pedaço por pedaço, de dentro de um tanque... e a importância de homenagear a vida daquele rapaz. Ele concluiu o diário dois meses antes da sua morte, durante uma licença que passou em casa, quase sem dormir de tão intoxicado de amor pelo filho bebê.

Esta é também a história da união de Dana e Charles, duas almas aparentemente nada gêmeas que, no entanto, se amavam muito. Ela era uma editora do jornal The New York Times, e vencedora do Prêmio Pulitzer, que lutava contra o peso. Ele era um oficial militar condecorado, de corpo malhado, que acompanhava as notícias pela TV. Ela era impaciente, impetuosa e descrente com relação ao amor. Ele era irritantemente tímido e teimoso, e colocava sua carreira militar acima de tudo. Ao longo destas páginas, revivemos o lento desenvolver do amor deles, a decisão de ambos de constituir uma família, a arrepiante notícia de que Charles fora convocado para ir ao Iraque, e o nascimento do filho do casal.

Naquele que é, talvez, o capítulo mais pungente do livro, Dana conta-nos a sua busca por respostas sobre a morte do companheiro. Insatisfeita com a versão oficial do exército a respeito do que acontecera, e determinada a descobrir a verdade, ela estudou cuidadosamente os relatórios de operações do batalhão e fez uso de suas bem treinadas habilidades como repórter para entrevistar os homens que haviam estado com Charles no seu último comboio, os oficiais superiores dele e outros indivíduos. No final, ela acabou obtendo um relato da morte de Charles — e dos seus últimos dias no seu batalhão — mais difícil de encarar do que a história que lhe haviam contado, mas que comprovava a decência e a coragem desse guerreiro e pai.

Um diário para Jordan é uma apresentação carinhosa, um amoroso adeus, um levantamento feito por uma repórter sobre a vida do seu soldado, e um comovedor lembrete do preço, em vidas humanas, cobrado pela guerra. 

Uma adaptação cinematográfica de Um diário para Jordan está sendo filmada, e vai estrelar o ator norte-americano Denzel Washington no papel de Charles King.

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