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Christine Bou-Saleh - 06-05-2008
Como Viver Eternamente
Para mim, a melhor maneira de descrever este livro é como a de uma voz semelhante à de Mark Haddon, em seu livro “O curioso incidente do cão durante a noite”, que eu amei. Nicholls, para mim, abriu uma porta para que os adolescentes possam entender perfeitamente a leucemia e como ela afeta uma família. Tomando sempre em consideração minha experiência com meu próprio pai e o câncer, eu pensei que Como viver eternamente conduzia a história a uma descrição extremamente honesta. O caráter de Sam mereceu nossa simpatia desde o início; a amizade que ele desenvolveu com Félix tão inocente e infantil, ao mesmo tempo em que tão transformadora nas vidas de ambos. Bella, a irmã de Sam, me comoveu pela forma como de fato demonstrava seu afeto por Sam; em especial, aquela parte em que ela sobe em sua cama com o elefante estufado me fez romper em lágrimas e mais uma vez me mostrou a inocência das crianças. Esta é, de longe, a abordagem mais honesta de qualquer livro que li a respeito do câncer e de seus efeitos sobre as famílias. Novamente, muito realístico ¾ o final me desestabilizou totalmente ¾, de fato, me recordou de como minha própria família enfrentou o suplício do câncer. Não se deixe desinteressar pela temática: você vai rir, chorar e se portar educadamente com relação a este primeiro livro, que permanecerá com você durante muitos e muitos anos no futuro. |
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Luiz Fernando Emediato - 05-05-2008
Como Viver Eternamente
“Honesto, delicado, engraçado e comovente”
Luiz Fernando Emediato – autor de Eu vi mamãe nascer. |
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Liam Stapley - 05-05-2008
Como Viver Eternamente
Eu peguei este livro e li em uma única tarde ¾ de tão bom que era!... Não é o tipo de livro que eu normalmente leria, mas nestas duas horas de leitura eu vi Sam McCann experimentar um vasto leque de emoções, desde a calma imperturbável do começo, através da tristeza, até alcançar a paz. A autora descreve os personagens de tal forma que nos leva a sentir que os conhecemos cada vez melhor na medida em que avançamos ao longo do texto. No final, quando Sam morre, sentimos um legítimo assomo de tristeza e perda, tal como se Sam fosse real e nós dois fôssemos amigos. No conjunto, a história de Sam é tanto divertida como emocional, enquanto ele vai descrevendo sua maneira de conviver com a leucemia. |
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Bryony Vint - 05-05-2008
Como Viver Eternamente
Este é um livro muito triste. Sam, o personagem principal, tem leucemia e vai morrer. Mas ainda está determinado a viver a vida o mais amplamente possível e até freqüenta a “escola” da enfermaria, junto com seu amigo Félix, que também está sofrendo de câncer. Este livro é uma leitura obrigatória! |
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Rebecca Stapley - 05-05-2008
Como Viver Eternamente
Divertido e comovedor, com um narrador jovem, encantador e inteligente. Cheio de perguntas capazes de colocar em movimento seus pensamentos. |
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Mídia e crítica Estrangeira - 05-05-2008
Como Viver Eternamente
Como Viver Eternamente
"Elegante, inteligente, agitado” Mal Peet - Guardian
"... uma leitura extremamente pungente” The Bookseller
"Escrito com grande tato, a morte não precisa ser um tema inapropriado para crianças. Pelo contrário, ele pode ser bastante elevado" Amanda Craig - The Times |
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Marlene Santaella - 05-12-2007
Travessia do Albatroz, A – Amor
O Livro é espetacular. Uma leitura fácil e agradável. Foi ótimo ter o mapa, para a gente se localizar e entender melhor a questão daquela região.
Marlene Santaella, 72 anos
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Renata Moraes Abreu - 27-11-2007
Travessia do Albatroz, A – Amor
Acabei de ler no sábado o "Albatroz" e amei!! A autora é uma roubadora de sono, porque eu ficava lendo sem conseguir parar para dormir... Fiquei curiosa por conhecer esse moço (não é mais moço?) que sofreu tanto, torci por ele e me preocupo com a Zibã e o filhinho. Como esse país sofreu e ainda sofre!
Clique no link abaixo para saber mais sobre o livro comentado acima: http://geracaobooks.locaweb.com.br/loja/product_details.php?id=259 |
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Betty Mindlin - 12-11-2007
Travessia do Albatroz, A – Amor
Comprei o livro terça à noite, e não consegui largar, acabei neste minuto! Que emoção para ler, imagine para escrever. Fiquei numa tensão danada. Parabéns, tenho certeza de que será um sucesso de vendas.
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Moacyr - 30-10-2007
Travessia do Albatroz, A – Amor
Gostaria de parabenizar a jornalista Marcia Camargos pelo livro. Apaixonei-me pela estória, pela narrativa, pelo amor de Kurosh por Zibã. A impressão que tenho é que estava no Irã durante a Revolução Islâmica e fugi juntamento com Kurosh e Õrash. Ao terminar, a reflexão foi inevitável: passam-se os anos, os séculos, e pouco parece mudar em relação à intolerância dos homens. As invasões de Alexandre sobre estes impérios (Persa, Assírio), as rescentes guerras no oriente médio, geralmente por intolerância fundamentalista, a invasão do Iraque pelos Estados Unidos, assim como a do Afeganistão, que trazem desgraças sobre as famílias como a de Kurosh no livro, tudo se repete, sempre. O mais estranho é a persistência dos homens em serem livres, mesmo quando parece tudo perdido. Parabéns pelo livro. Moacyr.
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